terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Emprego Reciclado [_SAIU NA MÍDIA_]


MÃO-DE-OBRA // Setor gerou mais de 20 mil postos formais de trabalho em quatro anos

Rosa Falcão // Diario de Pernambuco


A indústria da reciclagem é o novo motor do emprego e renda no país. Através do reaproveitamento da sucata que chega pelas mãos dos catadores, somente o setor de plásticos gerou 20 mil postos formais de trabalho em quatro anos e faturou R$ 1,8 bilhão. São 780 empresas que reprocessam o plástico e revendem para os fabricantes de brinquedos, acessórios, móveis, material de limpeza, além dos setores automotivo e de eletroeletrônicos. Enquanto o mercado de resina virgem registra crescimento de 30%, o de plástico reciclado chega a 55% no período de 2003 a 2007. Os números da pesquisa do Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos (Plastivida) revelam o potencial do setor, que pode ser impulsionado ainda mais com a ampliação da coleta seletiva do lixo.


São pequenos empreendedores espalhados de Norte a Sul do país que se instalam para reciclar o plástico e revender. A pesquisa da Plastivida mostra que em 2007 foram recicladas 780 mil toneladas de plástico contra apenas 492 mil em 2003. Uma taxa de crescimento anual de 14,6%. No mesmo período, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 3,4%. O preço médio de venda por tonelada para a indústria após o reprocessamento saltou de R$ 1.749 para R$ 2.644 no mesmo período. Sinal de lucratividade do negócio que surfa na onda do desenvolvimento sustentável com respeito ao meio ambiente.


Francisco de Assis Esmeraldo, presidente do Plastivida, está otimista com o crescimento da reciclagem mecânica de plástico no Brasil, cuja taxa média de 21% do consumo pode ser comparada à média de 18,5% da União Européia. Ele aponta alguns fatores que contribuem para boom do setor. Primeiro, a redução dos custos de produção na indústria de bens semiduráveis e duráveis. O plástico reciclado fica entre 5% e 15% mais barato do que o plástico virgem. A qualidade entre o virgem e o reciclado é igual. Outro diferencial é a qualidade e técnica mais apurada usada pelas indústrias de reciclagem de material plástico. "Uma prova é que a indústria automotiva e de eletroletrônicos já começa a usar o reciclado", cita.


Em Pernambuco, a Frompet Indústria e Comércio Importação e Exportação entrou no mercado de reciclagem de plástico há cinco anos. Reprocessa mais de 1.000 toneladas de plástico por mês, o que equivale ao faturamento de cerca de R$ 1 milhão. A empresa prioriza as garrafas de PET e compra o produto das cooperativas e associações de catadores de lixo. A diretora sócio-ambiental da empresa, Maria Botelho, coordena as ações de apoio aos catadores, através da doação de equipamentos e da formação de mão-de-obra. Segundo ela já foram doadas doze prensas - equipamento fundamental para a prensagem do plástico usado - e são oferecidos cursos de capacitação.


Maioria de mulheres


Além dos empregos formais, a cadeia da reciclagem gera emprego e renda para os catadores. Em todo o país são 550 mil e perto de 6 mil na Região Metropolitana do Recife (RMR) que tiram o sustento do lixo. Na cooperativa dos catadores profissionais do Recife (Pró Recife), 41 pessoas, majoritariamente mulheres, sobrevivem da renda que ganha com a venda dos produtos para reciclagem. O trabalho durante oito horas no galpão onde é separado o lixo coletado nas ruas e prédios da Zona Sul da cidade é duro, mas gratificante. Para quem está desempregado, a renda mensal entre R$ 350 e R$ 415 é bem-vinda.


Ainda mais quando é dada a oportunidade que pode mudar uma vida. É o caso da catadora Edvânia de Souza Andrade, 19 anos, que terminou o ensino médio e conseguiu uma bolsa para fazer vestibular e cursar administração numa faculdade privada. "É a chance da minha vida. Estava procurando emprego e conheci uma pessoa na rua que me chamou para trabalhar aqui. Estou satisfeita", diz. "Na rua é dureza, mas vale a pena porque consegui o meu objetivo que é estudar", comemora. O presidente da cooperativa, José Cardoso, explica que a bolsa é uma doação de uma instituição para apoiar a qualificação dos catadores.


Roberta Pessoa tem 34 anos e desde os sete trabalha como catadora. Ela conta que no começo foi difícil porque os catadores vendiam para os atravessadores e ganhavam pouco. Agora sem a intermediação - a cooperativa vende direto às fábricas - a renda dos catadores melhorou.


Chefe de família, Maria José da Silva, 27 anos entrou na cooperativa depois que ficou desempregada há dois anos não conseguia trabalho. Com três filhos para criar, ela decidiu ser catadora. Dependendo do movimento e das venda Maria José tira por semana entre R$ 50 e R$ 100. "Gosto do que faço aqui. Separo o material e levo para a prensa, mas também vou para a rua. Dá para sustentar os meus filhos", diz.


Reciclagem de plásticos

São 780 empresas recicladorasR$ 1,8 bilhão é o faturamento bruto

R$ 2.644 é o preço médio de venda por tonelada

1,5 milhão de toneladas é a capacidade instalada

20 mil postos de trabalho diretos

962.566 toneladas são recicladas

Sudeste lidera com 577.540 toneladas (60%)

Nordeste vem em terceiro com 115.508 toneladas (12%)

14,6% é a taxa de crescimento anual da indústria

Dos 5.564 municípios somente 7% contam com coleta seletiva


Fonte - Pesquisa Monitoramento dos Índices de Reciclagem de Plástico/Plastivida

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Dia do rio lembrado com conscientização _[SAIU NA MÍDIA]_



Responsáveis por mais de 80% do consumo de água em Pernambuco, os rios que cortam o Estado são alvos constantes de degradação. A atitude compromete a irrigação de plantações e a renda das famílias que têm na pesca um meio de sobrevivência. No dia do rio, comemorado ontem, o grupo de trabalho de Meio Ambiente e Saneamento do Fórum de Reforma Urbana (Feru) foi até a Ponte da Boa Vista conscientizar a população para evitar o desmatamento das margens e o despejo de lixo, esgoto e agrotóxicos nas águas.

Nos dois lados da ponte estavam à mostra exemplos do que é retirado dos rios. Garrafas, pedaços de plástico, sapatos, partes de computadores e até descargas faziam parte do cenário. “Tentamos trazer para a população o que ela coloca dentro das águas. A sociedade tem que entender o impacto causado por esse despejo”, explicou o coordenador do grupo de trabalho de Meio Ambiente e Saneamento do Feru, Alexandre Ramos. De acordo com ele, já é vista uma maior sensibilização das pessoas que paravam para debater o assunto.

Mas alguns insistiam em desrespeitar o meio ambiente. “Flagramos pessoas que passaram e jogaram lixo nos rios, chamamos a atenção, mas não quiseram parar para escutar”, contou Ramos. Porém, ainda há os que lutem pela preservação. “Acho um absurdo quem joga lixo no água. Temos tantos lixeiros pelas ruas, portanto não há motivos para poluir”, explicou o coordenador.

Diariamente, a Prefeitura do Recife coleta mais de quatro mil toneladas de lixo nos rios. Dentre as propostas do Feru para a preservação estão a despoluição do leito e das margens, a coleta de lixo qualificada, a promoção da educação ambiental e o reflorestamento das margens. No Brasil, existem mais de quinze áreas de rios contaminadas, com sérios riscos de exposição humana. De cada cem litros de esgoto, 92 são lançados nos rios e no mar sem qualquer tratamento.

(matéria de Juliana Aretakis - Jornal Folha de Pernambuco)

*Postado por Vanessa Cortez

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A reciclagem do alumínio

Não é só o papel que pode ser reciclado. Latinhas de alumínio, velhas conhecidas de quem não dispensa um refrigerante ou uma cervejinha, também podem ser reutilizados. Em Pernambuco, inclusive, há artesãos que se dedicam somente a trabalhar com peças feitas a partir do alumínio.

Mas na PRO-Recife a ordem é reciclar. Por isso, quando chegam materiais de alumínio, eles são logo prensados de modo a formarem pequenos quadrados de alumínio. É assim que eles são enviados para as empresas, onde são novamente separados em pedaços bem pequenos.

Quando se trata do alumínio, a maior dificuldade é o ferro. Muita gente ainda confunde os dois. Por isso é preciso passar um ímã eletromagnético para separar qualquer pequeno pedaço de ferro. Por cuidado, muitas empresas ainda cuidam de peneirar o material para retirar a terra passar jatos de ar para retirar papéis, plásticos ou outros materiais que possam ter ficado presos.

Apenas depois de toda essa limpeza é que se pode começar a reciclar. O alumínio é então enviado para um forno onde é aquecido. É um modo de retirar tinta e verniz das peças. Depois ele é posto em cadinhos, uma espécie de tigela que serve para derreter o alumínio. Só depois o metal vira uma chapa nova, pronta para ser usada.

Postado por Maria Eduarda Costa.

Dia do rio: consciência e preservação


Hoje, 24 de novembro, é o Dia do rio. Mas será que temos algo a comemorar? Recife, cidade cortada por rios grandiosos, como o Capibaribe e o Beberibe, infelizmente, despreza essas águas que correm pelas suas terras. Estes encontram-se recheados de lixo, desprezados, mal cuidados, e sujos, muito sujos.

E foi pensando nisso que, de forma educativa e consciente, o bar e restaurante Capibar junto a Tilovita Produções resolveram promover o evento “Eu quero nadar no Capibaribe. E você?”. A festa marca o lançamento do projeto televisivo que leva o mesmo nome, no qual será produzida uma série de programetes que pretendem estimular o debate e ações pensando na melhoria da qualidade de vida e a preservação do meio ambiente. Os vídeos serão veiculados na TV Universitária- PE, ainda este ano.

A programação do evento, que acontece hoje, tem início às 17h, e conta com discussões sobre o tema “O que posso fazer para nadar no Capibaribe?”, além de passeios de barco no rio, projeção da primeira cápsula (vídeo de três minutos) do projeto e, para encerrar com música, a apresentação do grupo Casas Populares da BR-232.


A festa é aberta ao público e acontece no Capibar, que fica na rua Tapacurá, 101, no bairro de Casa Forte, Recife-PE. A entrada é franca. Maiores informações pelo telefone: 3268 – 2643.

*Abaixo, o vídeo do projeto:

http://www.youtube.com/watch?v=6QJYf3qNihE&eurl

Postado por Vanessa Cortez.

A reciclagem do papel

Que fim leva seu caderno ou sua agenda no final do ano? Você conta quantas folhas de papel risca por dia? Com certeza, são muitas. Dependendo do tipo de aterro, todo esse material pode levar até 100 anos para se decompor. Por isso a reciclagem do papel é tão importante.

Na PRO-Recife, os catadores separam o que ainda pode ser reaproveitado. Papel vegetal, carbono ou sanitário, fotografias, fitas adesivas, copos descartáveis e papéis parafinados, metalizados ou plastificados não podem ser reciclados. Papelão, jornais, revistas, cartões, envelopes e impressos em geral estão liberados.

Quando chegam às empresas de reciclagem, esses papéis são lavados diversas vezes com detergentes, solventes e cloro, até transformassem em uma pasta branca. Desse material, retira-se o excesso de água com uma peneira. Depois as fibras são refinadas e secas, dando origem a novas folhas de papel.

Reciclar papel também produz resíduos, assim como o processo de fabricação. Porém, a cada tonelada que é reaproveitada, são economizados 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água e 2.500 kw/h. Além de preservar os solos e a biodiversidade, reciclar também gera empregos, como na PRO-Recife.

Postado por Maria Eduarda Costa.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A vida dos catadores

Esse vídeo não foi feito pela equipe que vem atualizando o blog O Catador, mas sim pelos produtores da série Outro Olhar, que vem mostrando assuntos polêmicos e sociais através de suas reportagens como a questão da homofobia, da reciclagem, dos direitos de moradia e muitos outros. O vídeo postado mostra um pouco da vida do presidente da cooperativa PRO-Recife, José Cardoso. A série tem três partes e mostra a vida de catadores de lixo em três capitais diferentes: Recife, São Paulo e Belo Horizonte.

video

As outras partes da reportagem podem ser encontradas nesses links : http://www.youtube.com/watch?v=lWMqwivtIng e http://www.youtube.com/watch?v=L2-N7Nk6R2g

Postado por Isabel Amaral.

Coleta alternada e seletiva: quais as diferenças?

O lixo é recolhido no Recife através de duas formas: a coleta alternada e a coleta seletiva. Mas qual a diferença entre essas duas formas de coleta? E qual é a mais comum? A forma de coleta mais utilizada na cidade do Recife, e na maioria dos estados do Brasil, é a coleta alternada. Essa trata de recolher o lixo produzido pelos habitantes diretamente de suas casas, empresas, lojas. O processo funciona pela coleta feita pelo caminhão de lixo sem nenhuma distinção entre os materiais e tudo é despejado no Aterro da Muribeca.

Já a coleta seletiva é feita pensando no meio ambiente e nos futuros lucros que a reciclagem pode trazer para determinada empresa ou para a diminuição dos danos a natureza (como falado na postagem anterior). Nesse tipo de coleta há a preocupação com a distinção dos elementos a serem recolhidos e todos eles são levados para passarem pelo processo de reciclagem, tornando-se um novo produto a ser consumido pela sociedade.

No Recife a iniciativa da coleta seletiva tem aumentado timidamente, através das parcerias de grandes empresas, como a Wal-Mart e a AmBev, com entidades como a PRO-Recife e da maior conscientização do cidadão. Para quem quer contribuir com esse aumento e ajudar na preservação da natureza existem algumas alternativas para integrar o seu lixo na coleta seletiva. A primeira e mais comum é a separação do vidro, papel, plástico e metais, ou ao menos do lixo seco e lixo org6anico, depositando-os nos postos de entrega voluntária conhecidos por PEV (Postos de Entrega Voluntária) ou LEV (Locais de Entrega Voluntária) localizados em pontos fixos e estratégicos da cidade do Recife.

A segunda alternativa surgiu em 2006 com a cooperativa do PRO-Recife. Os catadores se comprometem a coletarem o lixo reciclado de prédios da Região Metropolitana do Recife caso esses se cadastrem* para fazerem parte da rota dos catadores. Além disso, todo cidadão que conseguir mobilizar outros a reciclarem e com isso gerar uma quantidade considerável de lixo reciclável pode chamar os catadores da cooperativa para recolherem o lixo diretamente da residência de quem organizou a coleta.

* Entrar em contato com a cooperativa pelo número 3339-1425 para saber se a sua residência poderá entrar no cadastro de coleta da PRO-Recife ou se já existe uma rota de coleta próxima da sua residência.

Postado por Isabel Amaral.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

A coleta seletiva

A sociedade enfrenta hoje diversos problemas na área ambiental. Aumenta o número de pessoas a cada dia em todo o planeta, mas diminui a consciência de que dividimos o mesmo espaço e a falta de cuidados poderão nos levar gradualmente à destruição. A PRO-Recife é um exemplo de organização que busca ensinar as pessoas a fazer de algo aparentemente inútil, o lixo, uma fonte de renda, trazendo assim diversos benefícios para toda a sociedade pernambucana. Através da coleta seletiva de materiais recicláveis, a quantidade de lixo nos lixões e nas ruas diminui consideravelmente e, também, famílias conseguem uma renda estável através da venda desses materiais recicláveis para empresas que estão a favor do planeta e, por isso, se utilizam desses produtos para a fabricação de outros novos. Para que mais famílias sejam beneficiadas pela reciclagem é importante que mais pessoas façam a separação de materiais recicláveis, por isso é essencial saber o que é a coleta seletiva e que tipo de materiais podem ser reciclados.

A coleta seletiva é, justamente, esse sistema de recolhimento de materiais recicláveis que, posteriormente, são revendidos para indústrias recicladoras. Essa seleção deve começar a partir da fonte consumidora desses produtos, ou seja, dentro de casa. É preciso que, em cada domicílio, já seja feita essa separação do lixo orgânico e do lixo reciclável. As três principais modalidades de coleta seletiva são: domiciliar, em postos de entrega voluntária e por catadores.

Na coleta domiciliar a separação do lixo é feita em casa e através de caminhões de lixo reciclável esse material é recolhido. Infelizmente, esse sistema ainda não existe no Recife. Somente algumas organizações de catadores fazem o recolhimento desse material, como é o caso da PRO-Recife. Já os postos de entrega voluntária são contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos fixos, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis. A última modalidade é a mais conhecida na cidade do Recife. Os catadores recolhem e separam o material reciclável desperdiçado na rua ou nos montes de lixo espalhados pela cidade e depois vendem a empresas. A cooperativa PRO-Recife faz esse trabalho também, e através de catadores sindicalizados e fardados, recolhe o material pelas ruas da cidade. A cooperativa também tem parcerias com grandes empresas que doam seu material reciclável mensalmente.

É importante que cada vez mais as pessoas comecem a fazer a separação do lixo dentro de casa, para que assim, mais famílias de catadores sejam beneficiadas e também diminua a quantidade de lixo no planeta.

Cuide do que é nosso. Recicle.


Postado por Ana Elisa Freire.

A reciclagem e suas cores

A reciclagem é um processo de extrema importância, pois reaproveita elementos retirados da natureza e com isso diminui a degradação ao meio ambiente. Praticar a reciclagem tem se tornado mais fácil na cidade do Recife. Para onde se olha, é possível encontrar os lixeiros coloridos que distinguem quais os elementos que devem ser depositados em cada um deles e assim ingressar na coleta seletiva.

Para ninguém se confundir na hora de reciclar, a figura ajuda a lembrar que cor representa cada elemento.

Não há registros do por que da escolha dessas cores para representar tais materiais, mas como se tornou um padrão reconhecido em quase todo o mundo, essa distinção ficou popular por representar a simbologia das cores na reciclagem.

Postado por Ana Elisa Freire e Isabel Amaral.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Catadores chamam atenção para a importância da reciclagem

A Praça do Arsenal da Marinha, no bairro do Recife, recebe, neste final de semana, a Feira dos 3Rs (Reduzir, Reaproveitar e Reciclar). Na feira, 24 dos 150 catadores assistidos pelo projeto municipal de reciclagem farão a exposição de artigos feitos com materiais reciclados, entre brinquedos, bijuterias e artesanato em geral. Além de comercializar os produtos, os catadores também vão divulgar o trabalho de coleta seletiva e reciclagem desenvolvido através do trabalho de qualificação do projeto.

A feira, que será realizada no sábado (1) e domingo (2) das 9h às 21h, acontece anualmente e é promovida pela Associação Pernambucana de Meio Ambiente, com o apoio da Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico e da Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb).

Fonte: Diário de Pernambuco.